Metas

Metas de 2017: falhando

Essa sou eu, segunda semana de 2017 e já falhei em cumprir uma das minhas metas para 2017: postar no blog uma vez por semana durante o ano inteiro. Mas cês acham que isso vai me derrubar, logo eu que já estou sempre no chão? Não vai mesmo. FELIZ ANO NOVO, MINHAS DOCES INSPIRAÇÕES.

raven

Como foram as festas para vocês? Fizeram coisas legais? Eu espero que sim, porque eu tomei muito suco, joguei, acho que em algum momento viajei com a família (só não consigo lembrar quando foi) e montei quebra-cabeças (que também é uma meta minha para 2017). Como já deve estar na cara, vou falar sobre metas para 2017 – se ainda era segredo para alguém, sinto muito.

Vocês traçam metas no começo do ano? Vou dizer que não sou uma pessoa que normalmente faz isso. Durante muito tempo, inclusive, fugi de tudo o que parecesse um compromisso e isso inclui metas. Então, era como se eu decidisse fazer algo e “meh” se desse certo e “meh” se desse errado. Minha psicóloga tentou com muito afinco mudar isso. E tenho tentado mudar, de pouco em pouco.

meh

Só que eu me liguei de uma coisa: no meu caso, eu tinha medo de me comprometer e falhar, então nem começava porque f*** it. Quantos de vocês também são assim? Não adianta mentir, sei que tem gente que é igual a mim nesse quesito. E daí se der errado? Vai ser ruim? Oxe, vai. Porque é sempre ruim estar errada ou não conseguir algo que a gente tava com muita vontade de ter. Parece que nós esquecemos que nem sempre tudo estava ali pronto para ser nosso, né? Que com o passar do tempo, a gente vai aprendendo coisas novas e alcançando novas conquistas. Depois que as pessoas aprendem uma coisa, do tipo, qualquer coisa, fica supercomplicado começar algo do zero. Igual quando tu sabe falar uma língua estrangeira fluentemente e vai aprender mais uma. A FRUSTRAÇÃO DAS PRIMEIRAS AULAS. Sabe por que? Por leva A SHIT TON OF TIME para ser fluente em algo e isso dá tempo para o nosso cérebro esquecer que na primeira aula nós mal falávamos “eu como pão” direito. Mas isso passa. A mesma coisa com metas.

sucesso

O mais difícil continua sendo o primeiro passo. Então, para começar o ano bem – mesmo já tendo falhado – vou fazer o melhor que conseguir das minhas metas que são:

  • Postar uma vez por semana até o final do ano;
  • Editar e publicar vídeos;
  • Estudar sociologia e montar a tese de mestrado;
  • Fazer todos os testes de proficiência;
  • Fazer algum curso na minha área;
  • Ser mais forte que meu DDA e montar 20 quebra-cabeças até o final do ano;
  • Ler 24 livros;
  • Assistir mais de 6 filmes no cinema;
  • Aprender um pouquinho de alemão;
  • Me aceitar mais e passar isso para outras pessoas;
  • Prestigiar marcas plus size feitas por mulheres;
  • Trabalhar em um trabalho voluntário;
  • Viajar sozinha;
  • Conhecer muitas pessoas.

Fácil, né? Em dezembro volto aqui para fazer o balanço dos meus sucessos. Contem as metas que vocês escolheram para 2017 e a gente pode se ajudar. Até semana que vem!

mad-bants

Bye, internets!

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Body Positivity

Sentir-se bem e toda essa pressão

Quero dizer que pensei muito antes de começar a escrever esse texto. Tanto que deixei uma semana em branco porque tudo parecia meio meh. Então, mãos para o alto, novinha (nada como um pouco de funk para animar) e vamos ao que interessa: sentir-se bem com o próprio corpo. Talvez eu seja um pouco mais séria dessa vez, mas não desiste de mim.

Para quem me conhece mais, sabe que eu amo a ideia e o conceito de mulheres com coragem e que fazem coisas boas por outras pessoas. Meu instagram é cheio de senpais que me inspiram muito (inclusive, flashback para alguns meses atrás quando uma senpai alemã curtiu uma foto minha e eu chorei. E mandei prints para os amigos, com o nome dela circulado em vermelho e tudo). E é sobre essa inspiração que quero falar.

flor

Esse mês não foi um mês fácil pelo simples fato de que eu não estava “em paz” com o meu corpo TÃN TÃN TÃÃÃÃN. Levei algumas semanas para perceber que algo estava realmente me incomodando porque havia uma voz dizendo “nãããão, nope. Nem pensar. Você fica falando para as pessoas se amarem e agora vai ficar aí, remoendo? Not even over my dead body!”. Obrigada, cérebro. Então ontem vi minha musa, Tess Holliday, falando que estava super nervosa por mostrar a barriga em um desfile.

tess

TESS. BLOODY. FUCK. HOLLIDAY. fica nervosa com o próprio corpo. Aí eu digo: quem somos nós, meros mortais? Quando comecei a falar sobre gordofobia na internet, eu mal sabia me situar em termos que dirá encontrar o meu lugar para falar disso.

Com essa mudança de realidade, isso de ficar de boas com o corpo e tal, é como se uma força nos forçasse a ficar sempre bem. Mas, não me entendam errado, por mim todo mundo seria feliz. O lance é: por que ficar mal por não estar feliz? Mó close errado, galera. Então, se ninguém te disse isso ainda, vem aqui:

Não precisa ficar bem o tempo inteiro. Sobre qualquer coisa, mesmo. Nem sempre a faculdade vai ser legal, ou o trabalho ou o próprio corpo. Vão haver dias que vai ser bem ruim. Do tipo “por que eu fiz isso?” e muitos momentos de ugh. Só que está tudo bem. Pode ficar na fossa uns dias. O lance é: não abraça ela. Deixa ela ali pra lembrar que “olha só, minha vida não é só essa selfie bonita no instagram” ou melhor “minha vida é bem mais que aquela coisa”, porque isso vem nas reflexões da bad.

yes

Procurem as inspirações de vocês e me contem! Me chamem no inbox ou qualquer coisa assim e vamos trocar umas figurinhas sobre amor próprio e um pouco de BAWS ATITTUDE.

Bye, internets!

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Body Positivity

Festividades e a dieta: como lidar?

Vamos começar com o fato que: o Natal é o meu feriado favorito. Tipo, a vida inteira. Era a época de fazer biscoitos, me sujar toda de farinha, empacotar panetones para todo mundo e ficar muito mais tempo com a minha família. Isso e ainda toda a magia de ornamentos coloridos, tradição e presentes. Nesse momento tem uma árvore de Natal completamente de glitter dentro do meu quarto (invejosos dirão que ela sempre esteve lá, mas eu não ligo, agora ela está bem limpinha e cintilante).

light

Não é toda a galera que criou as mesmas memórias que eu e entendo completamente. O final de ano e todas as festividades envolvem muita coisa e uma grande montanha-russa de emoções, normalmente ligada a encontrar com mais partes da família (o que também era completamente louco, porque o pessoal aqui é uma mistura de húngaros, alemães e italianos). Entretanto, vou dizer que nem sempre foi completamente bom. Lembro bem claramente de uma vez que respondi para alguém que “troquei meu namorado por anfetamina”. No meio da ceia, na frente de todo mundo. Minha mãe é a prova viva (que, na época, só riu porque era o melhor a fazer).

urso

Então, pensando nisso, resolvi falar sobre aquilo que inevitavelmente acaba acontecendo em algum ponto da nossa vida: a conversa sobre dieta durante a refeição. Como já falei milhares de vezes, sou inteiramente a favor da alimentação saudável, só que aqui existe um ponto interessante. Por que falar sobre reduzir a comida enquanto há um monte dela na nossa frente? Não é sobre comer ou não comer mais, é sobre culpa. Sobre ver o alimento como algo ruim, que depreda o corpo e estraga a alma, o que é, basicamente, a base da gordofobia. Uma explicação bem breve de como esse preconceito surge sendo que as pessoas assimilam comer com culpa, com engordar, com desleixo, preguiça… E aí por caminhos bem mais horríveis. Em inglês existe a expressão “guilty pleasure” e eu fico meio “por que comer é um guilty pleasure?”, não quero me sentir culpada por me alimentar e comer coisas incríveis.

Minha mãe sempre conta a história de um jantar beneficente que ela e meu pai compareceram e as esposas (foco aqui, pois essa é mais uma forma de deixar mulheres encoleiradas e comedidas. Triste, mas além de lutar contra gordas e gordos, a sociedade AINDA não cansou de lutar contra mulheres) nos outros casais quase não comiam e sempre se explicavam pelo o que serviam. No final da noite, minha mãe quase não havia comido. A pressão é latente nessas situações, é horrível. O mesmo acontece no Natal e no Ano Novo. Por que as pessoas precisam se sentir culpadas pelo o que comem se os outros não se sentem mal pelo o que falam?

Moral da minha história: se você quer comer, coma. Use aquele look maravilhoso, glitter nesse corpo e aquele perfume delicioso (ou a roupa que te faça feliz e bonita/o, sinceramente). Se você não quiser comer, tudo bem. Só não dê aos outros o poder das suas escolhas. A maioria das pessoas não sabe nem o que faz com a própria vida, como eles podem saber o que é melhor para você?

beauty

E a melhor maneira de lidar com isso? Minha dica é: não seja agressiva/o se não for necessário (LET’S BE REAL, às vezes não rola a educação), mas tente contornar até se sentir completamente segura/o para confrontar de uma maneira lógica. Dói? Nossa, dói muito. Já deixei de jantar diversas vezes por culpa de comentários de parentes. Hoje? Tomo um gole de vinho e “eu só acho engraçado que”, porque me sinto segura para mostrar quão errado e prejudicial esses comentários podem ser.

A internet pode ser um grande grupo de suporte quando você encontra as pessoas certas. Nós somos as pessoas certas. Ajude os amigos que ainda não estão prontos para serem confrontados e crie boas memórias, mesmo fora de datas festivas. Já diz a música Border, do Years & Years: My heart will start to shine and I will be alright.

Eu acredito em você. Não precisa ficar nervosa/o um mês antes. Se precisar, pode vir falar comigo em qualquer uma das minhas redes. Certo?

Bye, internets.

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moda

Maiôs e biquínis: onde encontrar

Ah, o verão. Aquela época do ano em que a gente evita o transporte público ou as interações sociais que precisam de contato (logo, ar condicionado sempre e amar as pessoas de longe). Quero falar sobre dois tópicos hoje, onde encontrar biquínis e maiôs maravilhosos para esses corpos gostosos que vocês tem e sobre AI MEU DEUS, É PERÍODO DE PRAIA #socorro #morta #HELP.

Pode não parecer, mas eu sou levemente nerd, dos clássicos, que assiste documentários (big ol’ nerd, rite m8? such #YOLO much #cool). Faz um tempo que eu assisti um sobre a beleza através do mundo e uma coisa é unânime: a galera vem de fora fazer gravação nas areias das praias do Rio de Janeiro e sempre fala “nossa, brasileiro, eles não tem vergonha não. Não importa o corpo, eles estão lá”. Eu nunca estive no Rio durante o dia (ou pelo menos fora do aeroporto), então não sei muito sobre a praia tirando o que vi na TV, mas posso dizer que sei bastante sobre corpos na praia.

O verão pode ser uma época horrível para todo mundo que ainda não está de boas com o próprio corpo e também super assustador. Então, do ponto de vista da menina que já foi de calça comprida, camiseta e ficou embaixo do guarda-sol por horas quando podia era estar pegando jacaré (isso é uma expressão do brasil inteiro?) com meu irmão mais novo HAVING A BLOODY BLAST, mas não. Ainda não era o meu tempo. Se vocês ainda não se sentem seguras e seguros para levarem esses pedaços de arte que são os corpos de vocês para a piscina, para a praia ou usar um short, tudo bem. Só lembrem que, precisando de um apoio moral, é só passar na minha frente que eu bato palma pra vocês e ainda ofereço beijo na boca PORQUE VOCÊS SÃO LINDOS E MEU CORAÇÃO BATE MAIS FORTE POR GENTE LINDA.

palmas

Esse vai ser o primeiro verão que eu vou louca nessa coisa de praia, piscina, balde (que?). Tenho quase 24 anos e desde os 14 não tinha levado minha obra de arte para pegar aquela vitamina D, até o início desse ano. Logo, praticamente 10 anos. Fui pra Flórida com 19 anos, no meio de um monte de problemas com depressão e ansiedade, mas se tem uma coisa que eu não podia deixar acontecer era: não entrar no mar. Era inverno, mas e daí? Necessário molhar meus pés, fui pra Patagonia e o frio era de -6 e lá estava euzinha, lado a lado com pinguins e pedindo para morrer sem os dedos do pé no mar.

penguim

Mandei fazer um maiô, o que parecia o mais lógico para mim. E eu ainda super defendo o fato de mandar fazer roupas, só que pode ser um pouco complicado encontrar alguém para fazer (e direitinho) dependendo de onde você mora. Então separei alguns lugares que andam ganhando meu coração.

A Posthaus é um dos maiores e-commerces de moda plus size e 80% das minhas roupas vem de lá (os outros 20% se dividem em brechós da Liga contra o câncer, o plus size da Marisa, da queridona Carla que tem a Miranda e de meninas que se formaram em moda e gostariam de desenhar, cortar e costurar para mim por um preço massa). Eles ainda estão meio fraquinhos na área de biquínis e maiôs para esse ano, mas, em defesa deles, vou dizer que pode melhorar com o passar do mês. Me apaixonei por esse maiô porque 1) preto 2) FRANJAS!!!!11!

Um momento para apreciarmos a beleza dessa modelo que não me deixa quase prestar atenção na roupa.

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Marisa também anda um pouco devagar com o lance moda praia, porém, as opções são bem coloridas e qualquer coisa que pareça uma peça da harness já tem o meu interesse, então OLHEM ESSE TOP

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Fiquei um pouco chocada com a Ashua, ainda mais por ser uma marca da Renner, não ter nada sobre moda praia. Vou ficar ligada no site deles, porque a marca cria uma linha curve size tão elegante e por um preço bem justo, quero ver o que eles prepararam para o verão na beira da piscina. Falando em elegância, se você não é como eu e consegue ficar de boas na beirada da piscina sem querer entrar e brincar com as crianças, a biquiniavulso.com tem uma série maravilhosa de maiôs que passam a ideia de quem sabe o que quer da vida. Aquela mulher que toma mimosas nas espreguiçadeiras, sabe? AINDA NÃO É MINHA REALIDADE, PODE TRAZER AS BOIAS.

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Agora duas novas paixões na minha vida: Surpreenda Store e And Roll Store. Sabe aqueles biquínis do Tumblr? Essas lojas têm porque as fotos do Instagram, girls. As fotos valem a pena. Na Surpreenda você encontra muitos modelos e pode montar a sua escolha de parte de cima e de baixo. Dá para passar horas escolhendo o que fica mais perfeito com o que.

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Eu amo monocromático, então já ofereço minhas desculpas pela quantidade abusiva de preto e branco nesse post.

A And Roll Store é uma loja que conheci no Facebook e que trabalha de uma maneira muito legal. Ao invés de fazer milhares de peças e ficar administrando a venda delas enquanto correm o risco de acabarem não vendendo, existem ciclos. Esses ciclos abrem uma vez por mês, aí todo mundo pode escolher o que quer (em tipo, um número específico, sem chegarem a 50 peças o ciclo fecha, por exemplo). Aí vem no seu tamanho e direto para sua casa. Amor, né? E TEM BIQUÍNIS E MAIÔS DE SEREIA send help #me. E, sério, essas meninas alternativas das duas últimas lojas são #goals #crush

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Se vocês conhecem uma galera que faz essa moda praia e que seja incrível, me contem! Vamos deixar a moda acessível para todo mundo e sem medo de se sentir excluído. Esse post não tem nenhum sponsor (não como se eu tivesse algum, mas só para informar que é minha opinião mesmo).

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moda

Herchcovitch na C&A!

Essa semana, o muso da moda brasileira, Alexandre Herchcovitch fez o lançamento de sua mais nova parceria: uma linha completa do renomado estilista pode ser encontrada na C&A!

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Sim, maravilhoso, eu sei. Há a possibilidade de que essa parceria seja mais um dos novos passos que Herchcovitch está tomando para mudar sua carreira. Em fevereiro ele anunciou que estava se desvinculando da HERCHCOVITCH;ALEXANDRE, marca autoral que leva seu nome e, desde então, começou a trabalhar com parcerias mais exlusivamente.

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É importante lembrar que é a segunda linha que Herchcovitch lança com a C&A, em 2010 ele fez uma linha incrível de peças infantis! As peças retomam os 20 anos de carreira do estilista e tem preço que variam de 79,99 – 299,99 (tem até um vestido de noiva, bombons). Vai ter muito xadrez, muita risca de giz, muito do que marca o branding DNA de Herchcovitch, seguindo, é claro, com a paleta de cores preferida do estilista: rosa, azul, nude, vermelho, preto e branco.

As peças podem ser vista aqui.

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Lançamento

Cinco dois: não é mentira

Hoje começa uma nova etapa para mim. Bem vindas e vindos ao cinco dois. Espero que a gente fique juntas e juntos por um bom tempo. Parece mentira de primeiro de abril mas não é!

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Recentemente li que você não pode esperar ter a certeza absoluta de que vai dar tudo certo antes de começar algo pois nunca dará início a projeto nenhum. É nessa onda que o cinco dois nasce no dia da mentira mesmo.

O que é o cinco dois?

Cinco dois será um canal usado para falar sobre moda plus size, autoapreciação, comidinhas bonitas, geekness, música e empoderamento de pessoas maravilhosas.

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Quem sou eu?

Tainá, jornalista, gorda e, recentemente, interessada por moda. Também conhecida como “mãe bolinho”.

Por que o cinco dois é diferente?

Ele não é. Ele, assim como outros blogs de meninas maravilhosas, é mais um na luta por um espaço representativo para mulheres. No cinco dois vamos lutar por uma visibilidade que ainda é torpe dependendo dos padrões sociais (isso nem exclusivamente sobre a forma física) e aproveitar para embelezar a vida de mais pessoas.

Curti. Quero. Como faz?

Cola em mim que é sucesso (LOL). Você pode curtir a página e seguir o blog. Se quiser ver mais coisas sobre exclusivamente gordofobia, vem comigo conhecer o Fast Food Cultural, onde vocês podem ler minha coluna! Muito amor, né?

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