Retrospectiva 2017

Oi, meus bolos de fubá. Como vocês estão? 2018 acabou de começar e eu tô me sentindo tão inspirada para começar/continuar projetos. Esse ano vai, galera. Mas com isso, vi que 2017 me ensinou/lembrou algumas coisas.

Exatamente por isso, quero que vocês me acompanhem nessa lista de 17 tópicos que 2017 fez questão de deixar bem claro para mim.

– Tudo acaba. Parece bobo falar assim, mas a gente esquece. Amizade acaba, aquela série incrível acaba, nossa banda favorita acaba… É tão natural e previsível, só que daí acontece e a gente parece que descobriu uma doença incurável, “ai o que eu faço agora? Como vai ser?” e assim por diante. Ficar triste é aceitável, é necessário e humano, mas deixar isso nos destruir é o pior. Manter a saúde psicológica também envolve mudar algumas coisas na nossa vida e umas vão precisar acabar.

– Nem sempre as pessoas vão ser honestas com a gente. Dói confiar em alguém que te mente? Orra, meus irmãos e irmãs, dói. Dá uma vontade de queimar tudo, quebrar a pessoa com um pedaço de pau, contar tudo pra mãe dele ou dela e isso tudo. Mas acontece, vamo faze o que? Quanto mais tempo a gente fica puto, pior é pra nossa saúde.

– Tudo bem terminar relacionamentos tóxicos, não importa se eles forem com “amigos”, família, emprego… Tem coisas que quanto mais longe, melhor.

– Vale muito a pena passar tempo com pessoas que nos inspiram e que nos amam.

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é mais fácil mesmo quando a gente é tão bonito

– Também vale muiiiito a pena passar tempo sozinha, se curtindo, se amando, cuidando de si.

– Nossos sentimentos são válidos e reais. Tá com raiva, triste, com fome, alegre? Não tem absolutamente nada errado nisso.

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– A gente não precisa viver a vida se desculpando. Minha mãe já diz “pede desculpa quando pisar no pé de alguém”, de resto, vamos ponderar se é necessário.

– Ainda na linha de que tudo acaba, as pessoas mudam. Sabe aquela amiga da primeira série, que era tudo de bom só que agora vocês não falam mais sobre as mesmas coisas? Não precisa ficar mal por isso, a gente também mudou.

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conheçam a gangue do ovo

– É melhor fazer bolhas de sabão do que plantar a discórdia. GUARDEM ESSE TÓPICO NO CORAÇÃO DE VOCÊS.

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#tairol é um hino

– Alguns dias vão ser mais difíceis do que os outros.

– Esclarecimento sobre liberdade e positividade corporal é um caminho e nem todo mundo está no mesmo patamar. Se a gente “entende mais”, a gente explica com carinho. Se tem uma pessoa que sabe mais e tá explicando, a gente fica quietinho e escuta. Toda experiência é um aprendizado.

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Mosmann, a primeira marca que acreditou em mim

– A sociedade nos criou enfiando na nossa cabeça que a gente precisa de coisas. Uns troços novos, bling bling, tag de comprado agora… Na real, não. Bora focar em aproveitar mais o que a gente tem e prezar pela qualidade e não pela quantidade (eu sou consumista e isso precisa mudar dentro de mim).

EXISTEM PESSOAS BOAS. Em todos os lugares. Online e offline.

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– Aceitar desafios dá um medo que chega a dar vontade de sentar, mas bora que tamo aqui nessa vida é pra conhecer coisas novas (só não vale se machucar, lembrem as regras do rolê: não se apaixonar, não brigar, não morrer, não ir preso)

– Não importa o quanto a gente saiba, ainda dá pra aprender mais. E em várias áreas.

– Encontrar um hobby deixa a gente mais calmo, feliz e em paz. Encontrem um pra vocês também, vale a pena.

– Existem pessoas que vão nos ajudar. Eu tenho sérios problemas para pedir ajuda, porque, na minha cabeça, eu sou foda pra caralho, faço tudo, manda pra mim que eu bato de esquerda e gol, só que daí, isso é mentira, tudo começa a ruir em volta de mim, sento e choro. Então, peçam ajuda. Não sabe? Pergunta. Quer aprender? Pede pra explicar. Nunca nem viu? Vê se alguém sabe. Por isso agradeço todas as pessoas que me ajudaram muito em 2017.

 

E agora, uma dica para 2018:

Quem não pede, não ganha. Vão lá, coloquem a cara no sol, divulguem o trabalho de vocês, postem foto, entrem em contato, façam parcerias e falem sobre isso. A gente tá numa era digital que parece que a gente só pode se orgulhar do nosso trabalho se ele tiver 120 comentários, 1M de visualizações, 74K de compartilhamentos… Não. Eu quero é ver vocês fazendo bolo e postando, colocando resumo de estudo pra prova nos stories, fazendo vídeo de make… E acreditem nos projetos dos amigos.

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Eu vou voltar, antes do que vocês esperam, meus bolinhos.

see ya, internets.


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